"Bem aventurados os que compreendem o meu estranho passo a caminhar.
Bem aventurados os que compreendem que ainda que meus olhos brilhem, minha mente é lenta.
Bem aventurados os que olham e não vêem a comida que eu deixo cair fora do prato.
Bem aventurados os que, com um sorriso nos lábios, me estimulam a tentar mais uma vez.
Bem aventurados os que nunca me lembram que hoje fiz a mesma pergunta duas vezes.
Bem aventurados os que compreendem que me é difícil converter em palavras os meus pensamentos.
Bem aventurados os que me escutam, pois eu também tenho algo a dizer.
Bem aventurados os que sabem o que sente o meu coração, embora não o possa expressar.
Bem aventurados os que me amam como sou, tão somente como sou, e não como eles gostariam que eu fosse."

* (Autor: Uma criança especial) *

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Troca de faixa no judô

Neste último sábado, Felipe passou da faixa branca para cinza nas aulinhas de judô.
Claro, daquele jeitinho especial de ser! Ficou calmo, seguiu bem o protocolo até o "tio" chamar pelo seu nome...veio à tona toda timidez! rsrs
O instituto Reação é ótimo, inclui o Felipe em todas suas atividades e os colegas também são grandes cooperadores. Muito Bom!!!







segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Crescendo e desenvolvendo

"Educar é crescer. E crescer é viver. Educação é, assim, vida no sentido mais autêntico da palavra".
( Anísio Teixeira )

As tarefas do dia a dia estão se tornando mais fáceis e possíveis de executá-las. Felipe está crescendo, pedindo para fazer as tarefas como pegar a roupa no armário, comer e escovar os dentes sozinho...




terça-feira, 15 de novembro de 2011

Deficiência mental.

A partir do século XX começou-se a estabelecer uma definição para o Deficiente Mental e essa definição diz respeito ao funcionamento intelectual, que seria inferior à média estatística das pessoas e, principalmente, em relação à dificuldade de adaptação ao entorno.
Segundo a descrição do DSM.IV, a característica essencial do Retardo Mental é quando a pessoa tem um “funcionamento intelectual significativamente inferior à média, acompanhado de limitações significativas no funcionamento adaptativo em pelo menos duas das seguintes áreas de habilidades: comunicação, auto-cuidados, vida doméstica, habilidades sociais, relacionamento interpessoal, uso de recursos comunitários, auto-suficiência, habilidades acadêmicas, trabalho, lazer, saúde e segurança”.
Essa é também a definição de Deficiência Mental adotada pela AAMR (Associação Americana de Deficiência Mental). Na Deficiência Mental, como nas demais questões da psiquiatria, a capacidade de adaptação do sujeito ao objeto, ou da pessoa ao mundo, é o elemento mais fortemente relacionado à noção de normal. Teoricamente, deveriam ficar em segundo plano as questões mensuráveis de QI, já que a unidade de observação é a capacidade de adaptação.
Acostumamos a pensar na Deficiência Mental como uma condição em si mesma, um estado patológico bem definido. Entretanto, na grande maioria das vezes a Deficiência Mental é uma condição mental relativa. A deficiência será sempre relativa em relação aos demais indivíduos de uma mesma cultura, pois, a existência de alguma limitação funcional, principalmente nos graus mais leves, não seria suficiente para caracterizar um diagnóstico de Deficiência Mental, se não existir um mecanismo social que atribua a essa limitação um valor de morbidade. E esse mecanismo social que atribui valores é sempre comparativo, portanto, relativo.
Como vimos nas definições acima, Deficiência Mental é um estado onde existe uma limitação funcional em qualquer área do funcionamento humano, considerada abaixo da média geral das pessoas pelo sistema social onde se insere a pessoa. Isso significa que uma pessoa pode ser considerada deficiente em uma determinada cultura e não deficiente em outra, de acordo com a capacidade dessa pessoa satisfazer as necessidades dessa cultura. Isso torna o diagnóstico relativo.


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Na maioria dos casos de Deficiência Mental (DM), especialmente os de níveis leve e moderado não se pode identificar as causas, ficando aí uma discussão acirrada entre autores organicista, que consideram a prevalência dos fatores constitucionais da DM e os autores sociológicos, para os quais prevaleceriam as causas ambientais, como por exemplo, a falta de estímulos adequados e em épocas precoces da vida.
É um erro acreditar que a maioria das crianças com DM tem um aspecto físico diferente das outras. A maioria dessas crianças é portadora de DM leve e não se distinguem fisicamente das outras crianças. As exceções são os casos de DM grave e severa, bem como na Síndrome de Dowm, onde elas guardam alguns aspectos comuns entre si. ditas sem necessidades educativas especiais
Outro engano leigo é achar que o nível de funcionamento mental se mantém sempre igual e definitivo em todos os casos. Nos casos de deficiência mental leve os programas educativos intensivos e adequados podem atenuar significativamente essa situação.
Fonte: http://gballone.sites.uol.com.br/infantil/dm1.html


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Comentando...
Concordo com a última parte do relatório da Onu de 2011. 
Estímulos constantes e intensos são capazes de minimizar os sintomas e adequar esta criança ao meio onde se vive. As terapias são fundamentais: Brincadeiras, jogos, interação, socialização, entre outras, com profissionais da área da saúde e educação. 
Nos casos mais leves e moderados, é possível que ela realize tarefas simples, como higiene e domésticas com independência e as mais complexas com uma supervisão. Podem frequentar ambientes comunitários, e, em alguns casos, a alfabetização é uma realidade.
Muito depende também, de como se vive esta criança, do apoio familiar, das oportunidades e vivências.
A deficiência mental não deve ser ignorada, e sim trabalhada e transformada.
Pais (juntos ou separados, mas os dois, sempre!), parentes (oi, tios!), profissionais da saúde (dedicação!), escola (atenção, professores!), comunidade (alô, vizinhos!)... todos estão envolvidos diretamente na vida desta criança, fazendo dela A CRIANÇA MAIS FELIZ DO MUNDO!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011




PRÁTICAS DE ALFABETIZAÇÃO

DIA: 08 de dezembro de 2011

HORÁRIO: 14h às 17h

LOCAL: Salão Pedro Calmon do Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ

Inscrições gratuitas - Através do e-mail conversascomsobrepedagogos@gmail.com

Será conferido certificado de participação.

sábado, 5 de novembro de 2011

Piscina...



Felipe recomeçou a natação. 
Já havia feito quando tinha 2 anos, mas conforme foi crescendo eu não podia mas entrar na piscina com ele, mesmo que ainda precisasse. Desde então foi difícil encontrar um clube ou academia que o aceitasse. 
Agora encontrei e isso vai ajudar muito a sua coordenação motora grossa.
Ele está amando! Fica tão ancioso, pergunta várias vezes se vamos pra piscina.
Tive de providênciar um calendário para ele acompanhar os dias que tem a natação.
Executa os movimentos hora com calma hora com rapidez. Mas está aprendendo, desenvolvendo e socializando, isso que é importante.

Agora nas férias de verão, o bom mesmo é levá-lo ao clube e "brincar na piscina". Para ele é brincar, mas eu sempre faço alguns exercícios que ele nem nota como soprar bolhas na água, fazer esguicho de água com a mão, e por aí vai... Beijos!

domingo, 30 de outubro de 2011



S o c i a l i z a n d o....e vamos repassar a todos!



Centro Internacional SARAH de Neurorreabilitação e Neurociências


O HOSPITAL SARAH RIO, especializado em neuroreabilitação, inaugurado no dia 01 de maio de 2009, na Barra da Tijuca, já está cadastrando para atendimento, novos pacientes adultos e crianças com as seguintes patologias:

· Paralisia cerebral
· Crianças com atraso do desenvolvimento motor
· Sequela de traumatismo craniano
· Sequela de AVC
· Sequelas de hipóxia cerebral
· Má-formação cerebral
· Sequela de traumatismo medular
· Doenças medulares não traumáticas como mielites e mielopatias
· Doenças neuromusculares como miopatias, neuropatias periféricas hereditárias e adquiridas, amiotrofia espinhal
· Doença de Parkinson e Parkinsonismo
· Ataxias
· Doença de Alzeihmer e demências em estágio inicial
· Esclerose múltipla
· Esclerose lateral amiotrófica em estágio inicial
· Mielomeningocele
· Espinha bífida
· Paralisia facial

O atendimento é totalmente gratuito.
O cadastro para atendimento de novos pacientes é feito exclusivamente pelos telefones: 21 3543-7600 21 3543-7600 21 3543-7600 21 3543-7600 e 21 3543-7601/2, das 08 às 17 horas, de segunda a sexta-feira.
http://www.sarah.br/Endereço:
Embaixador Abelardo Bueno, nº 1.500
Barra da Tijuca
22775-040 - Rio de Janeiro - RJ

"o melhor prognóstico, mais que o diagnóstico, é a capacidade de aprendizagem e evolução que toda pessoa tem".

Pesquisas sobre a SXF, juntamente com dados de experiência clínica coletados nos últimos anos, podem redirecionar tais atendimentos, tornando-os cada vez mais compatíveis com os problemas da síndrome.

Especialmente no atendimento da área intelectiva, é recomendável que procedimentos, metodologias e recursos sejam adaptados - e até criados - para desenvolver mais intensamente as áreas mais fortes e minimizar as áreas mais prejudicadas, presentes nos indivíduos com X-Frágil, conforme descrições já disponibilizadas por tais pesquisas.

Os recursos de informática em multimídia, por exemplo, pode ser adaptados para enfatizar e facilitar a via de estimulação visual (gráfica/animada) e auditiva que essas pessoas necessitam para melhor desenvolver suas aprendizagens. A utilização do computador tem sido enfatizada, a partir de experiências terapêuticas e educacionais realizadas tanto na área da linguagem (fala/leitura/escrita) como no desenvolvimento das habilidades de raciocínio.

O que se persegue, portanto, são estudos e pesquisas que sinalizem procedimentos e recursos cada vez mais específicos para as pessoas afetadas pela SXF. Busca-se o diagnóstico, o tratamento mais precoce e especializado possível da doença. Objetiva-se mediar, intensa, metodica e continuamente o desenvolvimento máximo do potencial de inteligência e de aprendizagem disponíveis em cada indivíduo afetado.

Às pessoas afetadas pela SXF, deve-se propiciar e facilitar as aprendizagens escolares e ocupacionais que possam atingir, estimulando tanto a aquisição de habilidades mentais como a adoção de condutas adequadas para sua inserção digna na sociedade.

Conforme citação veiculada pela Associação Síndrome X Frágil do Uruguai, "o melhor prognóstico, mais que o diagnóstico, é a capacidade de aprendizagem e evolução que toda pessoa tem".

Fonte: http://www.portalsaudebrasil.com/index.php?option=com_content&view=article&id=628:o-que-e-sindrome-do-x-fragil-&catid=81:psicologia&Itemid=220

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Comentando: 
O computador tem sido um grande aliado para o Felipe. 
Desde muito pequeno, com 4/5 anos, eu havia percebido o interesse dele pela máquina e sua facilidade em usá-la, daí então explorei ao máximo ampliando seu vocabulário e concentração. Ele já frequentava a escola desde os 2 anos e por isso já conhecia as letras.
Fiz um documento no word com várias figuras, cada pasta um tema: móveis da casa, cômodos, objetos, frutas, brinquedos... Então digito o nome da figura, leio, ele repete, e em seguida digita com minha ajuda (vou soletrando), numa 2ª vez, digita sozinho. Fazia isso todos os dias.
Claro que ele não acertava, depois de um tempo, acertava apenas palavras como uva, boi, lua... Pois o      x-frágil lê a palavra como um todo, como uma imagem. Daí quando a separamos em sílabas ou letras, eles se confundem. Quem via, achava que ele sabia ler, mas sabia que era uma leitura incidental. Como quando quaisquer criança ler rótulos/embalagens. "coca-cola", por exemplo.
Esta era a única atividade em que ele se concentrava e ficava sentado até 30/40 minutos sem se irritar ou desestruturar. Depois que aprendeu a usar o youtube (apenas me vendo usar), hummm, não consigo tanto tempo assim. Rsrsrs...mas insisto sempre, o aprendizado não pode parar!
Beijos.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Felipe e o Judô...


Matriculei Felipe no Instituto Reação. Um projeto patrocinado pelo criança esperança.
Ele adorou! Só não é muito chegado a luta propriamente dita, mas faz todas as atividades físicas, é a hora de brincar! Gosta de corrida, observa os golpes e faz com o professor. Interage um pouco, permitindo que outras crianças o ensine, mas é bem rapidinho. Levar ele ao judô também o motivou a andar de bicicleta. Preferiu ir pedalando do que andando... assim foram-se as teias de aranha da bike! rsrsrsrs

sábado, 17 de setembro de 2011

Feira da Cultura na escola.


Em casa, estava tudo bem. Tirou fotos e lembrou que a roupa era igual que a mamãe (dele) fez para toda a turma da escola e disse: "roupas da tia Karol?" (a professora da escola). Então eu respondi que sim e disse que era pra ele dançar a música da tia Karol. Se animou, dançou e cantarolou. Então fomos para a festa.... chorou, chorou... e não dançou! Fiquei bem pertinho de onde as crianças dançavam para ele ver que era divertido e que não precisava chorar... assistiu e até aplaudiu. Depois, consegui tirar fotos perto do boi-bumbá. Desta vez consegui permanecer na festa durante 3 horas, bem legal!!!


sábado, 9 de julho de 2011

Estrepolias...


Felipe todos os dias quando chega da escola vai para a casa da vó Leda, minha mãe. 
Num belo dia..... estava frio, mas não sei porque as CRIANÇAS NÃO SENTEM FRIOOO! (desculpe, foi um desabafo) Ele queria tirar o casaco. Disse que não podia porque estava muito frio.
Foi para a casa da vó Leda e quando chegou tirou o casaco, vó que prese tem que mimar... mas dessa vez ela concordou comigo e disse à ele que não podia. Ele, como todo malandro, pegou o telefone apertou algumas teclas e começou a falar ( desse jeitinho): "alô, mamãe? vovó num dexô, pode tiar? Pode? ebaaaa! mamãe dexô?" Detalhe: ele não sabe telefonar e eu não estava em casa!!!
Chegou até minha mãe e disse que a mamãe ligou e deixou. Minha mãe perguntou: "deixou o que?" Ele respondeu: " tiar casaco". "Ai que mentiraaaaa!" Minha mãe exclamou e só teve uma reação: rir muuuuito!

Que figura, pra conseguir o que queria virou mentiroso! 

E agora...1 mês de férias!  rsrsrsrsrs






quarta-feira, 11 de maio de 2011

Psicomotricidade

Este texto é do blog "Educar é tudo" da Eliane.

Na verdade, este texto é meu sonho de consumo! :-)
Meu filho é uma das centenas de crianças que precisam das atividades de psicomotricidade nas escolas. Acredito neste trabalho e, como mãe, fico feliz e com o coração cheio de esperança.

Leiam!!!
Depois visitem o bolg da Eliane!!!


 

A Psicomotricidade nas Escolas… uma realidade a emergir

A entrada em vigor da nova lei da Educação Especial tem como objectivo promover a igualdade de oportunidades e a melhoria da qualidade do ensino, valorizando uma escola democrática e inclusiva, orientada para o sucesso educativo de todas as crianças e jovens. Vigorando este ideal passou a ser indispensável as escolas oferecerem aos seus alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente o apoio de que eles necessitam para acompanhar as actividades curriculares, podendo para tal recrutar técnicos especializados aos novos Centros de Recursos para a Inclusão (Instituições de Educação Especial). Como tal, a escola ao avaliar as suas necessidades, tem disponíveis entre outras terapias, a Psicomotricidade.



Ao longo do seu desenvolvimento a criança comunica com o mundo através da sua expressão corporal, tornando-se o seu comportamento reflexo do modo como interioriza as experiências vividas. Quando estas mesmas vivências se revelam insuficientes para proporcionar o seu bem-estar, a criança cria inconscientemente barreiras ao seu próprio desenvolvimento. Este sentimento de falta de bem-estar pode originar o aparecimento de frustrações, conflitos internos quando a criança se apercebe que não está à altura de responder às situações do dia-a-dia que devia ser capaz de alcançar sem dificuldades.

Como resposta a estas dificuldades surge a Psicomotricidade que ajuda a criança a reestruturar as funções motoras, emocionais, comportamentais e cognitivas que possam estar comprometidas e que se reflectem através da inadequada expressão corporal e da ineficaz comunicação não-verbal. A Psicomotricidade proporciona à criança a possibilidade de conhecer melhor o seu corpo ajudando-a perceber os sentimentos e pensamentos que tem dentro de si.

Através do trabalho com o corpo, a Psicomotricidade pretende consolidar a adaptação das vivências corporais aos estímulos vindos do exterior. O Psicomotricista desenvolve as mais diversas actividades, na sua maioria com carácter lúdico, cujo objectivo é ajudar a criança a desenvolver estratégias cognitivas e comportamentais com o intuito de fomentar a ideia de “pensar antes de fazer” e ainda “será que fiz como pensei?”.

A intervenção psicomotora é indicada para qualquer idade, para crianças, adolescentes, adultos e seniores em geral, e em particular, aquelas pessoas que possam apresentar necessidades em diversas áreas:

- Ao nível corporal, como por exemplo, problemas de equilíbrio, de coordenação, lateralidade, perturbações do esquema corporal e espácio-temporais, ou outros tipos de capacidades motoras;

- Ao nível relacional, ou seja dificuldades de comunicação e de contacto, timidez, instabilidade, agressividade, hiperactividade, impulsividade, dificuldade de aceitação de regras, entre outros;

- Ou mesmo a nível cognitivo, com os problemas de atenção, de memória, de associação de imagens a objectos, de leitura, de escrita, etc..



As sessões de Terapia Psicomotora, para crianças, são baseadas em actividades lúdicas cujo o objectivo da brincadeira é interagir com as crianças para que possam crescer de forma mais equilibrada, pois pretende-se desenvolver as suas capacidades motoras, emocionais, cognitivas e sociais e equipá-las para o eficaz acompanhamento das actividades curriculares. Por outras palavras usa-se o jogo para que a criança conheça melhor o seu corpo, os seus limites e mais importante, aquilo que é capaz de fazer.


Psicomotricista

Inês Correia


http://aeahespecial.blogspot.com/2009/07/psicomotricidade-nas-escolas-uma.html

sexta-feira, 8 de abril de 2011

X - Frágil ???

Estas informações foram retiradas dos sites: http://www.xfragil-rj.com.br/ e http://www.xfragil.com.br .
Achei que fosse bom divulgar. 
Como a maioria das pessoas não conhecem, é uma maneira de conhecer e aprender. Se não fosse assim, como poderíamos educar e informar as pessoas sobre a síndrome e fazê-las deixar o preconceito de lado?

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A Síndrome do X Frágil (SXF) é a causa mais comum de retardo mental herdado, ultrapas-
sada somente pela Síndrome de Down como causa diagnosticável de retardo do
desenvolvimento.

Apesar de muito frequente, não é bem conhecida fora dos centros de genética sendo, infe-
lizmente, subdiagnosticada na população, especialmente pediátrica.

É muito importante a identificação de indivíduos com a SXF pois fornece oportunidades para
intervenções terapéuticas específicas e possibilita o aconselhamento genético familiar, permi-
tindo a prevenção de novos casos.

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Os treze traços abaixo, nitidamente perceptíveis, são indícios de que alguém pode ter a Síndrome do X-Frágil.
Acompanhe:

1. Retardo mental e motor

2. Hiperatividade

3. Déficit de atenção

4. Defesa Táctil (dificuldade de contato físico com outras pessoas)

5. Prega simiesca (na mão)

6. Morder as mãos (a ponto de causar ferimentos)

7. Contato visual escasso (dificuldade de olhar para a pessoa com quem fala)

8. Fala perseverativa (repete informações e as confundem)

9. Hiperextensibilidade de articulações

10. Orelhas proeminentes

11. Macroorquidia (na adolescência, os testículos são de tamanho maior que o regular)

12. Abanar as mãos repetidamente (de braços abertos, como se tivesse batendo asas)

13. Apresentar histórico de retardo mental na família, sem diagnóstico preciso.

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As características são inúmeras e variáveis, podem estar ou não presentes, ser mais
ou menos intensas e envolvem um grande número de sistemas.

São tímidos, muitas vezes se recusam a olhar as outras pessoas nos olhos, mas
tem o contato facilitado quando se sentem aceitos. É comum, na infância, o distúrbio
de deficit de atenção e hiperatividade.

Pode haver uma sensibilidade exagerada a ruídos, a multidões e a outros estímulos
excessivos (relacionada a distúrbios da integração sensorial) e a mudanças ambientais.
Em reações a esses fatores surgem comportamentos de auto e heteroagressividade
assim como estereotipias.

Outros problemas clínicos são frequentes, por exemplo: convulsões, otites, prolapso
de válvula mitral, refração ocular, estrabismo.

Veja também...