"Bem aventurados os que compreendem o meu estranho passo a caminhar.
Bem aventurados os que compreendem que ainda que meus olhos brilhem, minha mente é lenta.
Bem aventurados os que olham e não vêem a comida que eu deixo cair fora do prato.
Bem aventurados os que, com um sorriso nos lábios, me estimulam a tentar mais uma vez.
Bem aventurados os que nunca me lembram que hoje fiz a mesma pergunta duas vezes.
Bem aventurados os que compreendem que me é difícil converter em palavras os meus pensamentos.
Bem aventurados os que me escutam, pois eu também tenho algo a dizer.
Bem aventurados os que sabem o que sente o meu coração, embora não o possa expressar.
Bem aventurados os que me amam como sou, tão somente como sou, e não como eles gostariam que eu fosse."

* (Autor: Uma criança especial) *

domingo, 15 de janeiro de 2012

Alunos com deficiência devem ser matriculados de acordo com a faixa etária ou com o desenvolvimento intelectual?

O aluno deve ser matriculado conforme sua faixa etária. Caso os professores verifiquem alguma defasagem no aprendizado dele, é possível adaptar o currículo, conforme orientações dos Parâmetros Curriculares Nacionais (páginas 63 e 64).

O fator definitivo para a decisão de adaptar ou não o planejamento deve ser a aprendizagem da criança, que não pode ficar comprometida. O mais importante nesse processo é que o aluno com deficiência tenha o desenvolvimento escolar garantido. Esse estudante pode até mesmo ir para uma série abaixo de sua idade, desde que essa medida resulte em avanços nas aprendizagens.

Fonte:
http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/inclusao-alunos-deficiencia-matriculados-faixa-etaria-ou-desenvolvimento-intelectual-636389.shtml

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Com o Felipe aconteceu exatamente assim.

O que é deficiência intelectual?

DEFICIÊNCIAS E SÍNDROMES

O que é deficiência intelectual?
Ricardo Ampudia

Pessoas com deficiência intelectual ou cognitiva costumam apresentar dificuldades para resolver problemas, compreender ideias abstratas (como as metáforas, a noção de tempo e os valores monetários), estabelecer relações sociais, compreender e obedecer a regras, e realizar atividades cotidianas - como, por exemplo, as ações de autocuidado.

A capacidade de argumentação desses alunos também pode ser afetada e precisa ser devidamente estimulada para facilitar o processo de inclusão e fazer com que a pessoa adquira independência em suas relações com o mundo.

As causas são variadas e complexas, sendo a genética a mais comum, assim como as complicações perinatais, a má-formação fetal ou problemas durante a gravidez. A desnutrição severa e o envenenamento por metais pesados durante a infância também podem acarretar problemas graves para o desenvolvimento intelectual.

O Instituto Inclusão Brasil estima que 87% das crianças brasileiras com algum tipo de deficiência intelectual têm mais dificuldades na aprendizagem escolar e na aquisição de novas competências, se comparadas a crianças sem deficiência. Mesmo assim, é possível que a grande maioria alcance certa independência ao longo do seu desenvolvimento. Apenas os 13% restantes, com comprometimentos mais severos, vão depender de atendimento especial por toda a vida.

Como lidar com alunos com deficiência intelectual na escola?

Segundo a psicopedagoga especialista em Inclusão, Daniela Alonso, as limitações impostas pela deficiência dependem muito do desenvolvimento do indivíduo nas relações sociais e de seus aprendizados, variando bastante de uma criança para outra.

Em geral, a deficiência intelectual traz mais dificuldades para que a criança interprete conteúdos abstratos. Isso exige estratégias diferenciadas por parte do professor, que diversifica os modos de exposição nas aulas, relacionando os conteúdos curriculares a situações do cotidiano, e mostra exemplos concretos para ilustrar ideias mais complexas.

Para a especialista, o professor é capaz de identificar rapidamente o que o aluno não é capaz de fazer. O melhor caminho para se trabalhar, no entanto, é identificar as competências e habilidades que a criança tem. Propor atividades paralelas com conteúdos mais simples ou diferentes, não caracteriza uma situação de inclusão. É preciso redimensionar o conteúdo com relação às formas de exposição, flexibilizar o tempo para a realização das atividades e usar estratégias diversificadas, como a ajuda dos colegas de sala - o que também contribui para a integração e para a socialização do aluno.

Em sala, também é importante a mediação do adulto no que diz respeito à organização da rotina. Falar para o aluno com deficiência intelectual, previamente, o que será necessário para realizar determinada tarefa e quais etapas devem ser seguidas é fundamental.

Fonte:
http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/deficiencia-intelectual-inclusao-636414.shtml

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Curso

Inclusão e Mediação Escolar - Criando alternativas para alunos com deficiência 

EDIÇÃO RIO DE JANEIRO

Dia: 11/02/2012  Horário: 8h às 17h

“Diagnóstico e Intervenção nos Problemas de Aprendizagem" - Olívia Porto

“Práticas Pedagógicas para Inclusão e Diversidade” - Eugênio Cunha

Investimento até 10/01:

R$ 40,00 (cartão/boleto)

R$ 20,00 (depósito)

Mais informações: http://creativeideias.webnode.com.br/ ou contato@creativeideias.com.br

Tel: (21) 2577-8691 | 3246 2904


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