Estas informações foram retiradas dos sites: http://www.xfragil-rj.com.br/ e http://www.xfragil.com.br .
Achei que fosse bom divulgar.
Achei que fosse bom divulgar.
Como a maioria das pessoas não conhecem, é uma maneira de conhecer e aprender. Se não fosse assim, como poderíamos educar e informar as pessoas sobre a síndrome e fazê-las deixar o preconceito de lado?
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A Síndrome do X Frágil (SXF) é a causa mais comum de retardo mental herdado, ultrapas-
sada somente pela Síndrome de Down como causa diagnosticável de retardo do
desenvolvimento.
Apesar de muito frequente, não é bem conhecida fora dos centros de genética sendo, infe-
lizmente, subdiagnosticada na população, especialmente pediátrica.
É muito importante a identificação de indivíduos com a SXF pois fornece oportunidades para
intervenções terapéuticas específicas e possibilita o aconselhamento genético familiar, permi-
tindo a prevenção de novos casos.
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Os treze traços abaixo, nitidamente perceptíveis, são indícios de que alguém pode ter a Síndrome do X-Frágil.
Acompanhe:
1. Retardo mental e motor
2. Hiperatividade
3. Déficit de atenção
4. Defesa Táctil (dificuldade de contato físico com outras pessoas)
5. Prega simiesca (na mão)
6. Morder as mãos (a ponto de causar ferimentos)
7. Contato visual escasso (dificuldade de olhar para a pessoa com quem fala)
8. Fala perseverativa (repete informações e as confundem)
9. Hiperextensibilidade de articulações
10. Orelhas proeminentes
11. Macroorquidia (na adolescência, os testículos são de tamanho maior que o regular)
12. Abanar as mãos repetidamente (de braços abertos, como se tivesse batendo asas)
13. Apresentar histórico de retardo mental na família, sem diagnóstico preciso.
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As características são inúmeras e variáveis, podem estar ou não presentes, ser mais
ou menos intensas e envolvem um grande número de sistemas.
São tímidos, muitas vezes se recusam a olhar as outras pessoas nos olhos, mas
tem o contato facilitado quando se sentem aceitos. É comum, na infância, o distúrbio
de deficit de atenção e hiperatividade.
Pode haver uma sensibilidade exagerada a ruídos, a multidões e a outros estímulos
excessivos (relacionada a distúrbios da integração sensorial) e a mudanças ambientais.
Em reações a esses fatores surgem comportamentos de auto e heteroagressividade
assim como estereotipias.
Outros problemas clínicos são frequentes, por exemplo: convulsões, otites, prolapso
de válvula mitral, refração ocular, estrabismo.
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